Astronauta Magnetar

9 de janeiro de 2015
Astronauta Magnetar - História e Arte: Danillo Beyruth - Astronauta criado por Mauricio de Sousa
Tive muito contato com quadrinhos da Turma da Mônica em minha infância. Lembro-me de toda semana minha mãe trazer uma nova revista que eu lia várias e várias vezes até ser presenteado com outra. Minha favorita era a do Chico Bento. Me divertia com aquele cenário bucólico da área rural, era uma realidade bem diferente da minha. E esse círculo durou até o início da minha adolescência, quando outros interesses foram suplantando as revistinhas. Os videogames e os livros eram mais atraentes. E isso durou por muitos e muitos anos até que o interesse pela cultura japonesa me levou aos mangás e de tabela, de volta ao mundo dos quadrinhos. Foi quando vi os personagens de Mauricio de Sousa finalmente crescendo e indo parar nas mãos de outros talentosos artistas que davam um toque novo a um mundo que conhecia tão bem. E eis que aí surge Astronauta.

Feriado

6 de maio de 2014
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Dácio estava deitado em sua cama muito depois de ter acordado naquela manhã. Não trabalharia o feriado e como sempre que não trabalhava, passaria o dia em companhia da solidão. Com as mãos sob a cabeça dirigia a visão para a janela aberta à frente. A vista não era bela. Não morava de frente para o mar, nem para um belo parque. Apenas uma rua do subúrbio e suas características casas. Da cama nem podia ver a rua. A casa era térrea, via apenas parte do muro e o céu azul da manhã. Seus pensamentos entretanto, não eram azuis. Como chegou até aquele estágio da vida sem nenhuma conquista que lhe trouxesse orgulho? Junto aos pensamentos procurava disposição para levantar, embora nada esperasse por sua presença.

O Diário de Anne Frank

14 de abril de 2014
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Esta é Anne Frank. Nascida em 1929 na Alemanha. Aos 4 anos de idade sua família sai do país com destino à Holanda devido a chegada ao poder de Adolf Hitler. Em 1942, porém, a perseguição aos judeus começa a ser colocada em prática também na Holanda, já ocupada pelos nazistas. Eis que então, assim como milhares de outras famílias de judeus que não conseguiram fugir da perseguição nazista, Otto Frank, pai de Anne, sua esposa e filhas se juntam a mais quatro pessoas e passam a viver em um esconderijo. Durantes os dois anos em que permaneceram escondidos, o diário tornou-se um companheiro inseparável de Anne Frank. Nele colocou seus desejos, anseios, frustrações, opiniões. Um relato íntimo, de uma jovem que teve, assim como outros milhões, a vida destruída pelo nazismo.