O Diário de Anne Frank



Esta é Anne Frank. Nascida em 1929 na Alemanha. Aos 4 anos de idade sua família sai do país com destino à Holanda devido a chegada ao poder de Adolf Hitler. Em 1942, porém, a perseguição aos judeus começa a ser colocada em prática também na Holanda, já ocupada pelos nazistas. Eis que então, assim como milhares de outras famílias de judeus que não conseguiram fugir da perseguição nazista, Otto Frank, pai de Anne, sua esposa e filhas se juntam a mais quatro pessoas e passam a viver em um esconderijo. Durantes os dois anos em que permaneceram escondidos, o diário tornou-se um companheiro inseparável de Anne Frank. Nele colocou seus desejos, anseios, frustrações, opiniões. Um relato íntimo, de uma jovem que teve, assim como outros milhões, a vida destruída pelo nazismo.
14.4.14
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14.4.14

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A Desenhista


O dia amanheceu tão belo. Em sua mente a beleza combinava com a saudade. A saudade combinava com a solidão. A solidão com a tristeza. Os dias tristes se tornavam belos, mesmo quando todo o mundo diria o contrário. Seus pensamentos pelas manhãs sempre estavam nele. Mas ele nunca estava ali. E sempre foi assim, por isso não foi necessário se acostumar. Nada mudou naquela casa. Ele nunca esteve ali. Exceto aquele balão.
27.3.14
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Max e os Felinos


Antes de iniciar a leitura de Max e os Felinos, de Moacyr Scliar, tinha em mente que seria uma história sobre um naufrago, sua sobrevivência e o fator inusitado de um animal selvagem em seu bote salva-vidas. Estava enganado. Sim, o naufrágio está lá, o felino também, mas a história vai muito além. Ela nos conta a vida de Max, um alemão, que sempre esteve, de uma forma ou de outra, envolvido com felinos.

1.3.14
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Cavaleiros de Branco



Todos dentro dos fabulosos muros do Castelo estavam agitados. Em seus aposentos, o Rei estava cercado por seus especialistas e servidores; seu olhar fixo, porém, mostrava que não ouvia nada que se passava ali. Já estava assim há alguns minutos. O encarregado de informações continuava com os relatos, mesmo percebendo a visível apatia do Rei diante de tudo que dissera até ali. Ainda não havia dito o pior. As notícias vindas das torres de observações diziam que os Cavaleiros de Branco estavam novamente os atacando, mas dessa vez de uma maneira diferente.
22.2.14
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22.2.14

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Maus


Existem inúmera obras sobre o Holocausto e a Segunda Guerra Mundial. Poderia fazer uma lista interminável de filmes, documentários, reportagens, livros, quadrinhos, e até mesmo músicas, que retratam este período negro da história recente da humanidade. Destes, destaco A Lista de Schindler*. Lembro-me de ter sido a primeira obra sobre o período que realmente me tocou. Neste filme vi um pouco da crueldade e até onde o ser humano pode chegar. Vi o que até então só havia lido nos livros de história do colégio. Livros que nos mostram os fatos de maneira bem geral, sem detalhes, sem personagens específicos, apenas números e estatísticas. Não que sejam livros falhos, são apenas adequados ao público e ao propósito a que se destinam. No filme eu vi a história de pessoas. Homens, mulheres, crianças. Não apenas um povo, sem rosto, sem identidade. E são com pessoas que nos importamos. Não digo que seja o melhor filme sobre esses acontecimentos, mas sim o primeiro que me marcou.

30.11.13
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30.11.13

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